Tal como Impérios!
De selvagem resistência
no trato do tempo
sufocando contingência
guardei tua espera.
Cubro ao te desnudares
no ar primaveril
ficando tal parecidos
e, assim, vemo-nos.
Que para com tua alvura
douro-me em ouro
que enrubesce tal fogo
ao teu tom rosáceo.
Desesperado visei
a tua renovação,
oh, esperança efêmera!
ver-te como nuvem.
Sempre em passo fugaz.
Transvestida de
feminina formosura
em tua intimidade
d’amor, paz e alegria.
Sangrando singrou.
Num entrelaço ligamos
próximos… fortes
o quê uma vez meio-mundo
fisicamente separou.

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